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Alice (não me escreva aquela carta de amor)

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Alice (não me escreva aquela carta de amor) Tantos sonhos morrem Em poucas palavras Um bilhete curto E já não há nada Alice não se esqueça do nosso amor Será que tenho sempre que te lembrar Todo dia, toda hora Eu te imploro, por favor Alice não me escreva aquela carta de amor Alice não me escreva aquela carta de amor Sempre tive medo Das suas idéias Porque você precisa Ser tão sincera... Alice eu to treinando Pra te enfrentar Tenho mil motivos Pra você me suportar Fica mais uma semana, Nesse tempo a gente engana! Alice não me escreva aquela carta de amor Alice não me escreva aquela carta de amor http://www.youtube.com/watch?v=l7H1HiV27FU

O Importante é a Rosa

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O importante é a Rosa E você que está sozinho Pelas ruas da cidade Não repare a falsidade dos que vão (dos que vão) Deixa tudo no caminho Vem é outro seu destino Há uma rosa e um menino em você (em você) Refrão (2x) O importante é a rosa O importante é a rosa O importante é a tosa creia em mim E você ao sol poente Olhos bravos tão somente Se esquecendo de repente de chorar (de chorar) E você que é canção Que do amor fez universo Pra você todo meu verso de irmão (de irmão) Refrão (2x)

Aprendendo a Viver

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Saudade Saudade é um pouco como a fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.

A Viagem de Tamar

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A Viagem de Tamar – A Tartaruga-Verde do Mar Autor: Ângelo Machado Ilustrações: Raquel Lourenço Abreu Editora Lê 32 páginas Tamar, a tartaruga-verde do mar, tem em seu nome uma homenagem ao Projeto Tamar, que vem preservando nossas tartarugas-marinhas. Com um pouco de fantasia, outro de poesia, o autor mostra a história real dessa espécie através de uma movimentada aventura entre muitos outros animais marinhos. Ângelo Machado é membro da Academia Brasileira de Ciências e professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e tem dezenas de livros infantis publicados. Raquel Lourenço Abreu é bióloga e artista plástica e ilustrou esta história com muito talento e competência.

Gift from the Sea

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Gift from the Sea Anne Morrow Lindbergh Vintage Books Edition We all wish to be loved alone. “Don´t sit under the apple tree with anyone else but me”, runs the old popular song. Perhaps, as Auden says in his poem, this is a fundamental error in mankind. For the error bred in bone Of each woman and each man Craves what it cannot have Not universal love But to be loved alone. It is such a sin? In discussing this verse with an Indian philosopher, I had an illuminating answer. “It is alright to wish to be loved alone” he said, mutuality is the essence of love. There cannot be others in mutuality. It is only in the time-sense that it is wrong. It is when we desire continuity of being loved alone that we go wrong. For not only do we insist on believing romantically in the “one-and-only” – the one-and-only love, the one-and-only mate, the one-and-only mother, the one-and-only security – we wish the one-and-only to be permanent, ever present and continuous. The desire for continuity of being-...

Estética da Música

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Estética da Música Autor: Enrico Fubini Edições 70 Ltda Música e afectos A existência de uma certa relação entre a música e o mundo dos afectos, das emoções, dos sentimentos é algo que se repete de vários modos desde a mais remota Antiguidade. Mas é completamente diferente definir em termos mais precisos em que consiste tal relação e o modo como se configura as motivações profundas. Na história do pensamento musical, a relação música-sentimento está associada a muitos outros problemas, encabeçados pela questão da natureza lingüística da música e, por conseguinte, definitivamente ligados ao velho problema da semanticidade da música.

Un Léopard sur le garrot

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Un Léopard sur le garrot - Chroniques d´un médecin nomade Jean-Christophe Rufin Editions Gallimard Médecin des hôpitaux, pionnier de l'humanitaire "sans frontières" , écrivain, prix Goncourt 2001, aujourd'hui ambassadeur de France au Sénégal, Jean-Christophe Rufin mène sa vie au grand galop. Selon une image tirée d'un poème de Senghor. il semble aller comme un cheval qu'un léopard aurait saisi au garrot. Pourtant, sous l'apparente diversité de cette existence, on distingue une unité profonde, née de la fidélité à une seule passion : la médecine, vécue comme un engagement total dans une discipline moins scientifique qu'humaniste. Voyage dans une vie, ce récit, en tirant sur ce fil qu'est la médecine, fait défiler sous nos yeux trente ans de notre histoire. d'un point à l'autre de la planète. De nouveau, l'auteur de Rouge Brésil et de L'Abyssin offre au lecteur une belle aventure. Mais, cette fois-ci, c'est la sienne.